Artesanato como espaço de acolhimento e valorização da mulher Secretarias: Educação, Cultura, Desporto e Turismo Data de Publicação: 13 de janeiro de 2026 Fortalecer a autonomia feminina, promover o aprendizado coletivo e valorizar os talentos locais são alguns dos objetivos das Oficinas de Artesanato para Mulheres, que terão continuidade em 2026 em Bom Princípio. A iniciativa, que já se destacou positivamente no ano passado, retoma suas atividades no mês de fevereiro, ampliando espaços de acolhimento, convivência e desenvolvimento pessoal. Coordenadas por Margarida Nienov, em parceria com a Emater, as ações reúnem grupos organizados de diferentes comunidades do município, promovendo a criatividade com propósito e incentivando o protagonismo das mulheres. Neste início de ano, o trabalho será retomado com a oficina de pet aplique em pano de prato, atividade que alia técnica artesanal, reaproveitamento de materiais e possibilidade de geração de renda. Para o mês de fevereiro, já estão agendados encontros com diversos grupos, contemplando comunidades como Santa Teresinha, Paraíso, Mambuí, Loteamento John e Nova Colúmbia. As oficinas reforçam o artesanato como ferramenta de inclusão social, fortalecimento dos vínculos comunitários e valorização da mulher, contribuindo para o bem-estar, a autoestima e a integração entre as participantes.   Agenda do mês 03/02: Grupo Organizado Amigas Alegres, Santa Teresinha 10/02: Grupo Organizado Paraíso, Paraíso 12/02: Grupo Organizado Saúde, Mambuí 24/02: Grupo Organizado Saúde, Loteamento John/Santa Teresinha 25/02: Clube de Mães Treze de Maio, Nova Colúmbia   Muito além do artesanato Ao todo, em 2025, 24 grupos participaram das oficinas, reunindo cerca de 300 mulheres ao longo do cronograma. A expectativa é de mais um ano de encontros proveitosos, que vão além do aprendizado em artesanato. Segundo a coordenadora Margarida, as oficinas se consolidaram como espaços de convivência, troca de experiências e fortalecimento de vínculos, funcionando também como verdadeiras rodas de conversa entre as participantes. Nesta edição, o trabalho contará ainda com o acompanhamento da extensionista Luana Alves, da Emater, ampliando o suporte técnico e contribuindo com novos olhares e conhecimentos para os grupos. Para a coordenadora das oficinas, o envolvimento com as participantes é motivo de grande satisfação. “É muito gratificante trabalhar com elas. A maioria são mulheres idosas, e eu sempre volto para casa com uma experiência nova. Ao mesmo tempo, estamos percebendo a participação de mulheres mais jovens, o que enriquece ainda mais os encontros”, destaca. Anexos