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Março reforça a conscientização e o combate à violência contra a mulher


Secretarias: Saúde
Data de Publicação: 3 de março de 2026

O mês de março é marcado pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Mais do que homenagens, o período é dedicado à reflexão, à conscientização e ao enfrentamento das diversas formas de violência que atingem mulheres diariamente.

A violência contra a mulher é um problema social grave e persistente. Ela pode ocorrer em qualquer espaço — na comunidade, dentro de casa, no ambiente de trabalho ou na área rural — e não é responsabilidade da vítima. Romper ciclos de violência passa, necessariamente, pelo acesso à informação, pelo fortalecimento da autonomia feminina e pelo conhecimento dos direitos garantidos por lei.

A realidade é preocupante. O Rio Grande do Sul já registra 20 casos de feminicídio em 2026. Mais do que números, trata-se de vidas interrompidas, famílias destruídas, filhos sem mãe e uma situação que exige enfrentamento firme, políticas públicas efetivas e mobilização social permanente.

De acordo com a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), a violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas:

Violência física: agressões, espancamentos e lesões corporais;

Violência psicológica: ameaças, humilhações, manipulação, isolamento e controle;

Violência moral: calúnia, difamação e injúria;

Violência sexual: constrangimento, abuso ou estupro;

Violência patrimonial: retenção, destruição ou controle de bens, documentos e recursos financeiros.

A informação é uma ferramenta essencial na prevenção e no enfrentamento da violência. Saber identificar os sinais e conhecer os canais de apoio pode salvar vidas. Bom Princípio conta com uma rede de atendimento preparada para acolher, orientar e encaminhar situações de violência. Entre os serviços disponíveis estão as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), o CRAS, o Conselho Tutelar, a UPA, a Polícia Civil, a Brigada Militar e o Corpo de Bombeiros.

“Conscientizar é proteger. Falar sobre a violência contra a mulher é um passo fundamental para transformar realidades e construir uma sociedade mais segura e justa. Por isso, é essencial que cada mulher esteja atenta, busque informação, conheça seus direitos e saiba onde procurar ajuda sempre que precisar”, destaca Rejane Schlindwein Eglior.

 


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