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Novo projeto leva Iniciação Científica para alunos do 6º ao 9º ano: ainda há vagas


Secretarias: Educação, Cultura, Desporto e Turismo
Data de Publicação: 12 de março de 2026

Estudantes da rede municipal passaram a contar, nesta semana, com uma nova oportunidade de aprofundar o aprendizado por meio da pesquisa. Teve início nas escolas municipais o projeto de Iniciação Científica (IC) no turno inverso escolar, voltado a alunos do 6º ao 9º ano e que ainda conta com vagas para participação.

O projeto piloto está sendo desenvolvido nas escolas 12 de Maio, São José, São Marcos, São Luís e José de Anchieta. A participação ocorre por adesão, com convite aos estudantes interessados em desenvolver projetos de pesquisa no turno inverso ao das aulas regulares.

Cada escola conta com professores responsáveis pela orientação técnica da Iniciação Científica: Carlos Eduardo Ströher, Vani Zimmermann, Letícia Mayer Borges, Joseane Rockenbach e Maria Angélica Castro. Eles atuam em parceria com os demais professores das escolas, fortalecendo o trabalho coletivo e o alinhamento pedagógico.

Pela proposta, os estudantes têm um turno semanal dedicado ao estudo dos fundamentos da pesquisa científica. Neste espaço, aprendem a estruturar projetos, formular hipóteses, investigar problemas e apresentar resultados com rigor metodológico. Enquanto todos os alunos têm contato com os princípios do método científico nas aulas regulares, o projeto oferece, no turno inverso, acompanhamento especializado para o desenvolvimento de pesquisas mais aprofundadas.

A iniciativa também busca qualificar e fortalecer a Mostra de Iniciação Científica (MIP), ampliando a produção de trabalhos consistentes e incentivando a participação dos estudantes em feiras externas.

“A Iniciação Científica no turno inverso é uma grande oportunidade para nossos alunos. Ela permite que o aprofundamento do método científico nas aulas se una ao aprendizado do período regular, garantindo que o ensino seja de qualidade e bem alinhado. Nosso objetivo é transformar a curiosidade dos estudantes em pesquisas de alto nível, fortalecendo a educação e preparando cidadãos críticos e engajados”, enfatiza Angelo de Freitas, coordenador dos anos finais.

Inicialmente voltado aos alunos do 6º ao 9º ano, o projeto também já projeta crescimento. A meta da Secretaria de Educação, Cultura, Desporto e Turismo é estender a Iniciação Científica para estudantes do 5º ano no próximo ano letivo, ampliando o alcance da proposta pedagógica.

Com a implementação da iniciativa, o município reafirma o compromisso com uma educação inovadora, que estimula a curiosidade e a autonomia desde a Educação Básica. A proposta também incentiva a produção de conhecimento, contribuindo para formar estudantes mais críticos, criativos e engajados.

 

Perspectivas dos professores sobre o projeto

O projeto de Iniciação Científica no turno inverso oferece aos alunos do 6º ao 9º ano a oportunidade de aprofundar o aprendizado por meio da pesquisa, desenvolvendo habilidades como criatividade, pensamento crítico e autonomia. Professores envolvidos na iniciativa compartilham suas perspectivas sobre os benefícios e impactos do projeto.

“A oficina de Iniciação Científica possibilita um espaço privilegiado para o desenvolvimento do espírito investigativo dos estudantes, fomentando também a criatividade, a reflexão crítica e a autonomia de pensamento. Além disso, vincula os conhecimentos científicos à vida prática”, deastaca o professor Carlos Eduardo Ströher – responsável pela oficina na EMEF São José.

“Ofertar a Oficina de Iniciação Científica para estudantes do 6º ao 9º ano, no contraturno escolar, é estimular ainda mais o gosto pela pesquisa e oportunizar o aprofundamento na elaboração de projetos. Essa é uma estratégia bastante assertiva da SMECD para promover a construção de novos conhecimentos, o trabalho em equipe dos adolescentes e fortalecer a autoestima. Em tempos tão velozes e com inovações constantes, a escola também pode ser um espaço de inovação e uma fonte segura, em que se transforma a informação em conhecimento e as vivências em bagagem para a vida”, ressalta a professora Vani Zimmermann, da Escola “12 de Maio”.

"Acredito que a Oficina de Iniciação Científica no turno oposto é uma excelente oportunidade para que os educandos ampliem seus conhecimentos científicos, desenvolvendo um olhar mais crítico, consciente e transformador sobre a sociedade. Por meio da investigação, da curiosidade e da construção de hipóteses, os estudantes podem compreender melhor o mundo em que vivem e tornar-se protagonistas na transformação da realidade ao seu redor", destaca a professora Maria Angélica, da José de Anchieta.


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